O gafanhoto torna-se pesado Hoje vivemos em uma distopia onde o eixo ganhou a segunda grande guerra e impôs sua cultura facista e regras rígidas por todo o globo. Embora tenha-se passado mais de 60 anos desde sua vitória, as tensões continuam alta e ainda vivemos em uma guerra fria entre o Japão e Alemanha. A tecnologia alemã cresceu de uma forma desproporcional frente ao Japão. Hoje eles conseguem fazer um vouo comercial entre a Suécia e São Francisco em apenas 45 minutos com seus aviões super modernos da Lufthansa. Conseguiram colonizar marte a mais de 10 anos atrás. O Japão nesse tempo todo não teve nenhuma construção inovadora relevante e vive um eterno medo de uma manobra alemã para dizimar seu povo. Como sabemos o nosso f ühren enquanto vivo foi o grande arquiteto que viabilizou tudo o que temos hoje, entretanto se deu através de inúmeros desacordos que quebrara com a extinta França,...
E nosso universo pode ser um cérebro com milhares de conexões nervosas (onde a terra é uma minúscula parte). Um artigo provocativo do professor de física Vitaly Vanchurin, da University of Minnesota Duluth (EUA), reavalia exatamente nossa realidade de uma maneira extremamente peculiar ao indicar que nós e tudo no universo “em seu nível mais fundamental [é] uma rede neural”. Há muitas décadas pesquisadores já tentam relacionar a teoria da relatividade geral de Einstein com a mecânica quântica, mas não obtiveram muito sucesso. Na relatividade de Einstein o tempo é relativo, enquanto na mecânica quântica o tempo é absoluto. O professor Vanchurin supõe que redes neurais artificiais exibem comportamentos similares a ambas teorias da física. E diz que a mecânica quântica “é um paradigma notavelmente bem-sucedido para modelar fenômenos físicos em uma ampla gama de escalas” e que “acredita-se amplamente que no nível mais fundamental todo o universo é governado pelas regras da mecânica qu...
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